As mulheres em Nove Tiros em Chef Lidu

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Outro dia uma amiga leu meu conto “Azul marinho” no fanzine O mergulho e disse que eu  consigo captar bem a natureza feminina e os homens são coadjuvantes na minha ficção.  Acho que ela pensou também na personagem Anette de Viagem Sentimental ao Japão. Anette  tem vida própria, eu mesma penso nela como uma amiga (? , não sei se é amiga, é muito nova) íntima, mas que ainda tem muitos segredos.

Então pensei que no meu policial, em Nove Tiros, os dois personagens principais são homens: Elvis (escrivão que relata o caso) e Dr. Magreza (o delegado que investiga). Gosto de criar personagens masculinos. Mas eles não surgem sempre. Às vezes aparecem, como em Nove Tiros em Chef Lidu.  E já ia esquecendo do personagem principal, Chef Lidu.  É o protagonista?

Há, na história, três mulheres: Darlene, Monalisa e Elisa. Darlene foi casada com Chef Lidu e administra seu restaurante. Monalisa é a moça que começou a trabalhar lá e encanta o Chef. E há Elisa,  casada com Dr. Magreza, uma musa para Elvis, ele tem a maior admiração por Elisa.
Adoro esse nome, Elisa.

 

 

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About Paula Bajer Fernandes

Sou escritora e moro em São Paulo. Além de livros publicados (na área jurídica e romances), além de contos, tenho dois blogs: Lolita e Nove tiros em Che Lidu. Criei o blog Lolita em 2009 para falar de imagens, lugares e escritos (http://lolitaimaginario.com). O blog Nove tiros em Chef Lidu (cheflidu.com) é um espaço sobre processos criativos e novelas policiais. Todo livro tem um outro lado, como as cenas que não entraram em um filme e ficam no DVD, entrevistas com atores e o diretor. Senti vontade de prosseguir um pouco no romance Nove tiros em Chef Lidu e aproveitei o lançamento em formato digital para começar o blog. O blog continuou. Sou autora de Viagem sentimental ao Japão (Rio de Janeiro, Apicuri, 2013), Asfalto (livro de contos em formato digital), Nove tiros em Chef Lidu (Editora Circuito, 2014 e e-galáxia, e-book) e Feliz aniversário, Sílvia (Editora Patuá, 2017). Em abril de 2016 publiquei o fanzine O mergulho, com textos e fotos minhas e direção de arte e ilustrações de Rodrigo Terra. Integro o Coletivo Martelinho de Ouro. Participei de cinco publicações do Martelinho: Achados e perdidos (RDG, 2013), 50 anos daquele 64, Serendpt (Livrus), publicados também em formato digital. Em novembro de 2015 foi publicado o fanzine Fancine. Sub, livro de contos do Martelinho sobre tudo que pode estar oculto, foi publicado pela Patuá no fim de 2016. A Editora Patuá publicou, no fim de 2017, Eu não sou aqui, do Martelinho. Tenho dois contos no livro. Em julho de 2018 o Martelinho publicou Sóis e sombras, fanzine distribuído da Casa do Desejo, na Flip, e na Balada Literária, em São Paulo. Publiquei também pela Patuá Viajando de avião, ouço Bob Dylan e Imagens que guardei, com textos e fotos.
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